13 de nov. de 2011

Pe. Pio de Pietrelcina

Herdeiro espiritual de São Francisco de Assis, o Padre Pio de Pietrelcina foi o primeiro sacerdote a ter impresso sobre o seu corpo os estigmas da crucifixão. Ele é conhecido em todo mundo como o "Frei"estigmatizado.

O Padre Pio, a quem Deus deu dons particulares e carismas, se empenhou com todas as suas forças pela salvação das almas. Os muito testemunhos sobre a grande santidade do Frei, chegam até os nossos dias, acompanhados de sentimentos de gratidão. Suas intercessões providencias junto a Deus foram para muitos homens causa de cura do corpo e motivo de renovação do espírito.

9 de out. de 2011

Chá com as Filhas de Maria


A União Missionária Filhas de Maria estará realizando no dia 27 de Novembro um chá beneficente e o sorteio de uma rifa que custa R$ 2,50 e já está sendo vendida (1º prêmio – Um cobertor de casal; 2º Prêmio - Uma cesta de chocolates).

Esse evento será no estacionamento da Igreja Matriz de São Lucas Evangelista após a missa da manhã.

Teremos:

SANDUÍCHE QUEIJO E PRESUNTO

PÃO DE QUEIJO

CAFÉ/LEITE

SUCO

BOLOS

COXINHAS

COOKIES

Não deixe de participar e venha colaborar com nosso chá beneficente!

1 de out. de 2011

COMO NASCEU A UNIÃO MISSIONÁRIA FILHAS DE MARIA?

O desejo brotou do coração do nosso pároco, Pe. Ubirajara Vieira de Melo, de iniciar na Paróquia as Pias Filhas de Maria. Começou com um grupo de jovens que aceitaram o desafio de experimentar esse chamado, e sob a liderança do Pe. Ubirajara começaram a se reunir em novembro de 2009, todo primeiro sábado do mês. As reuniões se resumiam em oração e formação, no intuito de viver as Regras das Pias Filhas de Maria. Porém, o Espírito Santo foi mostrando que o caminho do grupo deveria ser outro. O jovem é chamado a servir como missionário, carregando a Cruz de Cristo, amando e servindo a Santa Igreja de diversas formas, e diante da necessidade de renovação o grupo foi reformulado deixando a intenção de se tornar parte das Pias Filhas de Maria. Hoje, é coordenado por uma jovem que dedicou sua vida às Missões, servindo aos mais pobres dos pobres, e as jovens que fazem parte desta pequena grande obra de Jesus tem por Mediatriz e Padroeira o IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA, CAUSA DE NOSSA ALEGRIA. A missão é o coração desta pequena família, onde as jovens buscam amar a Deus com a mesma intensidade que Nossa Senhora o amou, dedicando a preciosa juventude a serviço dos mais necessitados; vivendo assim o verdadeiro papel da mulher dentro da Santa Mãe Igreja.  A alegria é uma essência fundamental, pois quem ama serve, e quem serve é feliz! Diante desta Luz irradiada pelo Espírito Santo passou  a se chamar UNIÃO MISSIONÁRIA FILHAS DE MARIA, que não possui vínculo algum com as Pias. O grupo possui suas próprias regras e austeridade de vida cristã. Temos também como padroeiras Santa Inês, Santa Maria Goretti, pelo exemplo vivo de uma juventude vivida diante da chama do Amor que ardia em seus corações, e a Beata Madre Teresa de Calcutá, exemplo vivo do Amor verdadeiro que se doa até doer. As jovens que sentem no coração o desejo de servir a Igreja seguindo o exemplo de Nossa Senhora, não deixem que esse chamado morra. Juntem-se a esta pequena família de Nazaré, e como disse Madre Teresa de Calcutá, "vamos fazer algo lindo para Deus"!

JUXTA CRUCE CUM MARIA, ERGO SUNT!

6 de jul. de 2011

SANTA MARIA GORETTI

Seu nome de batismo era Maria Resa Goretti, nasceu em 16 de Outubro de 1890, em Corinaldo, Província de AnconaItália, filha de Luigi Goretti e Assunta Carlini. Era a terceira de seis filhos. Suas irmãs chamavam-se Teresa e Ersilia; seus irmãos eram Angelo, Sandrino e Mariano. Devido à pobreza da família, provavelmente era analfabeta.
Quando tinha seis anos, sua família tornou-se tão pobre que foram forçados a deixar sua fazenda e trabalhar para outros fazendeiros. O pai de Maria, Luigi contraiu malária e morreu quando ela tinha apenas nove anos. Enquanto seus irmãos, mãe e irmãs mais velhas trabalhavam nos campos, Maria cozinhava, limpava a casa e cuidava de sua irmã menor. Era uma vida dificil, mas a família estava sempre próxima, compartilhando um profundo amor por Deus e sua fé. Após algum tempo, em 1899, se mudaram para Le Ferriere, próximo a atual Latina e Nettuno, em Lazio, onde viviam em prédio conhecido como "La Cascina Antica", compartilhada com a família Serenelli, incluindo seu filho Alessandro.
Em 5 de Julho de 1902, Alessandro Serenelli, um jovem de 20 anos, encontrou a menina de 11 anos costurando, sozinha em casa. Ele entrou e a ameaçou de morte se ela não fizesse o que ele mandava. A intenção do rapaz era estuprá-la, porém, ela não se submeteu, ajoelhou-se, protestando que seria um pecado mortal e avisando Alessandro que poderia ir para o Inferno. Ela desesperadamente lutou para evitar o estupro, gritava "Não! É um pecado! Deus não precisa disto!". Alessandro primeiro tentou controlá-la, mas como ela insistia que preferia morrer, ele a apunhalou 11 vezes. Ferida, Maria tentou alcançar a porta, mas ele a agarrou e deu mais três punhaladas, antes de fugir.
A irmã menor de Maria acordou com o barulho e começou a chorar. Quando o pai de Alessandro e a sua mãe chegaram, encontraram Maria sangrando. Levaram-na para o hospital em Netuno. Ela foi operada, sem anestesia, mas os ferimentos estavam além da capacidade dos médicos. Durante a cirurgia, Maria recobrou os sentidos e insistiu que preferia ficar acordada. O farmacêutico do hospital respondeu: "Maria, quando estiveres no céu, pense em mim" Ela olhou para o homem e disse: "Mas quem sabe qual de nós chegará primeiro ao céu?" Ele respondeu "Você, Maria". "Então ficarei feliz em pensar em você". No dia seguinte, ela perdoou seu agressor e afirmou que gostaria de encontrá-lo no Céu. Morreu vinte horas após o ataque enquanto olhava uma bela pintura da Virgem Maria. Inspirada em suas mestras Santa Cecília eSanta Inês, aceitou o martírio piedosamente.
Escrito em 2002, baseado em entrevistas de Alessandro Serenelli e da irmã Ersilia, feitas em 1952, o jornalista Noel Cruz adiciona novos detalhes: Em 5 de Julho de 1902, às 15:00 horas, Serenelli que insistentemente pedia favores sexuais à menina, aproximou-se. Ela estava cuidando de sua irmã menor, na casa da família. Ele a ameaçou com uma adaga de quase 30 centímetros. Quando Maria recusou, como sempre fazia, ele a apunhalou 14 vezes. Os ferimentos atingiram a garganta, coração, pulmões e diafragma. Os cirurgiões no hospital ficaram surpresos que ela ainda estivesse viva. Na presença do chefe de polícia, Maria disse a sua mãe que Alessandro já havia tentado estuprá-la duas vezes. Como ele a ameaçava de morte, ela não contou para ninguém.